Edições anteriores



2014

Capa da revista

v. 8, n. 2 (2014)

Edição sob responsabilidade do PPGDSCI-UnB.

A Revista Agenda Social é uma publicação que envolve quatro programas de pós-graduação da área Interdisciplinar da CAPES-MEC, cujas linhas de pesquisa classificam-se como “Sociais e Humanidades”. A edição do presente número foi produzido sob a responsabilidade do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília, inaugurando o revezamento dos programas de pós-graduação na direção editorial. Neste número, destacamos inicialmente a elaboração da capa, de autoria de Renan Valadares, que buscou inspiração no mundo do trabalho e faz alusão ao célebre filme Tempos Modernos de Charles
Chaplin de 1936, cujas críticas sobre as relações entre trabalho e capital ainda são de atualidade. Ainda que os doze artigos que compõem este número tragam temas diversos, com diferentes abordagens metodológicas, característica da linha editorial interdisciplinar da revista, o tema trabalho é predominante.

Temas diversos, diferentes abordagens metodológicas, além de distintas realidades e experiências relatadas dão um colorido especial a este número da Revista Agenda Social e reforçam o convite à sua leitura.

Profª Drª Ana Maria Nogales Vasconcelos
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento,
Sociedade e Cooperação Internacional - CEAM / UNB
Capa da revista

v. 8, n. 1 (2014)

Na abertura desta edição, gostaríamos de chamar-lhes a atenção, primeiramente, para a própria capa. Ela traz uma foto de “Seu Sebastião”, foto do publicitário Júlio César Pires. Sua escolha deu-se, claramente, pelo elemento teórico que predomina nessa edição, que é a questão do Trabalho. “Seu Sebastião” é a representação dos vários trabalhadores e trabalhadoras espalhados pelo Brasil e o Mundo. Seu semblante e sua altivez é uma representação de todos aqueles que construíram este país, com sangue, suor e lágrimas, mas, também, com a esperança de um futuro melhor. Nesta nova edição, primeira do oitavo ano, trazemos quatorze artigos. Doze deles tendo a categoria trabalho como elemento central das discussões. São observadas todas as suas riquezas de manifestações e implicações na realidade social desde, ainda, início de século, em suas transformações performáticas e tragédias anunciadas. Esperamos que vocês tenham uma ótima leitura.


Prof. Dr. Geraldo Márcio Timóteo
Editor-Chefe
MSc. Teófilo Augusto da Silva
Editor-Júnior

2013

Capa da revista

v. 7, n. 2 (2013)

Com as boas-vindas aos leitores que prestigiam esta versão da Revista Agenda Social em seu sétimo ano. Esta edição, particularmente, inaugura novas linhas estéticas tanto para a versão completa em PDF, que passamos a disponibilizar ainda no Volume 6, Número 1, quanto mudanças no layout do site. A revista passa a ser semestral, com doze artigos por número, dois números por volume, por ano, aberta, ainda, a números especiais temáticos, em edição extra. Cabe reforçar que o recebimento dos trabalhos a serem analisados é aberta permanentemente, requerendo, apenas, o cadastramento como autor no site da revista. A extensão das temáticas dos artigos aqui publicados é um exemplo claro do acerto em apostarmos em leitura interdisciplinar da realidade social. As matrizes teóricas utilizadas permitem vislumbrarmos um mundo mais complexo, mais dinâmico, mais interconectado que para ser compreendido requer de nós a abertura a novos e mais precisos argumentos que só poderão ser construídos à medida em que nossa percepção ultrapassar a fina linha que divide o saber entre ortodoxo e heterodoxo; avançado de retrogrado; autômato de autônomo; entre pseudos entendimentos e entendimentos capazes de nos auxiliar de fato a agirmos no mundo. Essa busca não tem mapa, nem verdades absolutas, mas, fatalmente, não se fará sem a publicação dos resultados encontrados pelos nosso pesquisadores. Assim, a Revista Agenda Social espera poder estar contribuindo para realizar, o ainda precário, movimento de divulgação científica no Brasil. Tenham uma ótima leitura!



Teófilo Augusto da Silva
Editor-Júnior
Chefe da Equipe de Layout

Prof. Dr. Geraldo Márcio Timóteo
Editor-Chefe
Capa da revista

v. 7, n. 1 (2013): Gestión del agua y cambios en las relaciones de poder en América Latina Siglos XIX y XX

As relações entre os seres humanos e a água se definem, desde o principio por relações que vão muito além da biológica. A necessidade deste recurso para a sobrevivência da espécie e das diferentes formações sociais determinou praticas e arranjos que deviam atender a um uso racional e sustentável. Pelo menos quando praticado por comunidades tradicionais. Desde a remota antiguidade, no Egito e na região do Crescente Fértil, Mesopotâmia, o manejo e uso dos recursos hídricos por comunidades camponesas foi apropriado e engrandecido pelo Estado com a necessidade de assegurar a renda e os tributos para sua existência. O Império Romano avançou com seus aquedutos e represas pelos quatro cantos de seu território conquistado e, em mais de uma ocasião, produziu importantes desastres ao impor a lógica imperialista em sistemas hidráulicos rústicos e de grande eficiência. A conquista feudal de al-Andalus, permitiu a cristandade se apropriar de importantes sistemas hidráulicos, que ainda hoje representam um significativo componente no espaço rural espanhol. A divisão social da água implantada pelos camponeses andalusinos na Península, ainda reverbera nos atuais Tribunais de Água. Na América, principalmente na parte Espanhola, a existência de sofisticados sistemas hidráulicos de norte a sul, desenvolvido pelos ameríndios, foi rapidamente incorporado à economia colonial, a exemplo do que já havia sido feito anteriormente com a conquista feudal. Os artigos que apresentamos neste dossiê tratam da articulação e da sobreposição de sistema hidráulicos nativos e campesinos, à sistemas hidráulicos coloniais na América Latina. Os autores, demonstram ao longo de seus textos a incompatibilidade do controle estatal (ou do poder dominante) em regimes de uso coletivo de água. Perpassam todos os artigos a relação intrínseca entre o direito à água e as relações de propriedade, muito bem analisadas por Rutgerd Boelens. Os sistemas hidráulicos construídos por comunidades (camponesas, indígenas ou tradicionais), são organizados e gestionados socialmente por um regulamento complexo e de aplicação estrita, onde deve ser considerado o caráter forçosamente comunitário da água. Os regulamentos expressam a necessidade de cooperação entre os membros de uma mesma comunidade e entre as demais comunidades que fazem uso do mesmo recurso hídrico. Implica em condutas e ajustes para a coordenação dos processos de trabalho e a manutenção de uma certa unidade tecnológica. Em geral, grandes sistemas hidráulicos, inviabilizam a existência de sistemas mais rústicos. No entanto, embora de menores dimensões, nenhum sistema hidráulico camponês pode ser qualificado como rudimentar. São resultados de opções sociais, somente compreensível desde o ponto de vista da história. É o caráter histórico dos artigos que se apresentam nesta edição, centrados sobretudo no processo colonizador, ocorridos no século XIX, na Argentina e no México, que trazem à baila a necessidade de se compreender bem os espaços agrários tradicionais, retirando o manto da invisibilidade que ainda os encobrem. Sobretudo nos tempos atuais, quando vemos emergir grandes projetos por todo o continente, que invariavelmente se enfrentam às pequenas comunidades. Poderíamos nos perder com tantos exemplos possíveis, mas fiquemos com um de repercussão internacional: Belo Monte. A reunião destes artigos foi possível pelo vinculo de alguns professores do Programa de Pósgraduação em Políticas Sociais/PPGPS, à Rede Água, Território e Meio Ambiente/ATMA, que integra instituições e pesquisadores de vários países da América Latina e da Europa. Esta rede, tem procurado servir de espaço de investigação, reflexão e divulgação acadêmica, explorando temas que relacionem os estudos sobre a água a certos enfoques de caráter interdisciplinar e que se relacionem à questões voltadas ao desenvolvimento social sustentável, a análises ambientais e ao patrimônio cultural. Sem cair na armadilha dos discursos simplistas sobre os problemas da escassez ou da abundancia dos recursos hídricos, tanto na América, quanto na Europa, busca-se analisar desde diferentes disciplinas os problemas relativos ao seu uso e apropriação. Esta não é a primeira vez que se abriga um dossiê especial sobre o tema da água na Revista Agenda Social (ver v.3, n.1, jan-abr/2009). Ao fazê-lo acreditamos que estes estudos contribuam à reflexão e ao incentivo para o estabelecimento de politicas mais sustentáveis do ponto de vista ambiental e mais equânime do ponto de vista social.




Profª Drª Simonne Teixeira
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais
LEEA-CCH - Officina de Estudos do Patrimônio Cultural

2012

Capa da revista

v. 6, n. 3 (2012)

A revista Agenda Social vem buscando aprimorar sua maneira de interagir com os sujeitos que produzem a ciência em nosso paí­s. Para isso, temos buscado adequar nossa proposta editorial ao pensamento científico que propugna a necessidade de praticarmos a interdisciplinaridade, que, conscientemente, estimule e proporcione um espaço em que o pensamento social possa manifestar-se de maneira ampla, interpretando a realidade com vistas à superação das condições degradantes da existência humana, que assume tanto a figura da pobreza extrema, quanto da opulência das elites econômicas. É com o propósito de continuar sendo um veículo adequado para a publicização das discussões prementes em nossa sociedade que a Agenda Social tem buscado, com êxito, a integração de novos programas interdisciplinares que considerem ser positiva sua cooperação para esse esforço editorial. Assim, podemos anunciar que a Revista Agenda Social passa agora a ser resultado da parceria interinstitucional dos Programas de Pós-Graduação em Polí­ticas Sociais da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC (UFABC), do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional da Universidade Nacional de Brasí­lia (UNB). Essa unidade significa, na prática, que os quatro programas passam a corresponsabilizar-se pela publicação dos trabalhos que nos confiam os colaboradores. Para isso, estamos hoje preparados para darmos celeridade à  apreciação dos trabalhos recebidos e esperamos consolidar a confiança já depositada em nós nesses seis anos de existência da Revista Agenda Social, no árduo e gratificante projeto de disseminar os resultados acadêmicos que interessam à comunidade cientí­fica, nacional e internacional.

Prof. Dr. Geraldo Márcio Timóteo
Editor-Chefe

Capa da revista

v. 6, n. 2 (2012)

A revista Agenda Social vem buscando aprimorar sua maneira de interagir com os sujeitos que produzem a ciência em nosso paí­s. Para isso, temos buscado adequar nossa proposta editorial ao pensamento científico que propugna a necessidade de praticarmos a interdisciplinaridade, que, conscientemente, estimule e proporcione um espaço em que o pensamento social possa manifestar-se de maneira ampla, interpretando a realidade com vistas à superação das condições degradantes da existência humana, que assume tanto a figura da pobreza extrema, quanto da opulência das elites econômicas. É com o propósito de continuar sendo um veículo adequado para a publicização das discussões prementes em nossa sociedade que a Agenda Social tem buscado, com êxito, a integração de novos programas interdisciplinares que considerem ser positiva sua cooperação para esse esforço editorial. Assim, podemos anunciar que a Revista Agenda Social passa agora a ser resultado da parceria interinstitucional dos Programas de Pós-Graduação em Polí­ticas Sociais da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC (UFABC), do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional da Universidade Nacional de Brasí­lia (UNB). Essa unidade significa, na prática, que os quatro programas passam a corresponsabilizar-se pela publicação dos trabalhos que nos confiam os colaboradores. Para isso, estamos hoje preparados para darmos celeridade à  apreciação dos trabalhos recebidos e esperamos consolidar a confiança já depositada em nós nesses seis anos de existência da Revista Agenda Social, no árduo e gratificante projeto de disseminar os resultados acadêmicos que interessam à comunidade cientí­fica, nacional e internacional.

Prof. Dr. Geraldo Márcio Timóteo
Editor-Chefe

Capa da revista

v. 6, n. 1 (2012)

Essa edição da Revista Agenda Social inaugura uma nova etapa em sua trajetória. Publicada com o uso do sistema Open Journal, ela adquire um layout moderno e de mais fácil navegação, permitindo aos usuários (autores, editores, leitores) uma navegação mais ágil e intuitiva. Outra importante mudança é que a Revista Agenda Social passa a ser interinstitucional, sendo uma publicação resultado do esforço da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), em caminho para integração de outras instituições que se interessam por acompanhar essa história de sucesso e contribuir para que a Revista Agenda Social venha a torna-se uma referência para os pesquisadores da área interdisciplinar.

1 a 10 de 10 itens